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Arquitetura


22 de junho de 2017   -   15:41:22

Degradê x bicolor

 

Batalha de tendências: degradê x bicolor

Dois jeitos fáceis e descolados de pintar as paredes

21/06/2017| POR AMANDA SEQUIN E PAULA JACOB. fotos divulgação

casa vogue

Esqueça as paredes brancas! Nesta quarta-feira (21/06), o Batalha de Tendências, programa ao vivo que acontece toda semana às 15h no Facebook da Casa Vogue, apresenta duas formas incríveis de pintar as superfícies dos diversos ambientes da casa, deixando-as degradê ou bicolores! Inspire-se a seguir os ambientes escolhidos. 



DEGRADÊ

Tendência: 7 dicas para adotar o sereismo na decoração (Foto: reprodução)

Com inspiração no mar e nas cores da natureza poente ou nascente, o degradê na decoração é um poderoso acessório para deixar a vida mais calma. Com influências presentes no sereismo, tendência forte para a temporada, a gradação de cores, do mais fraco para o mais forte (ou vice versa) dá versatilidade ao cômodo. É uma ótima alternativa para incrementar a parede de uma decoração minimalista, por exemplo, sem exageros. A paleta de cor também pode variar, sendo complementada com elementos pontuais espalhados pelo espaço. Trazer a natureza para dentro de casa pode ser feita, portanto, para além das flores e folhagens. A pintura pode não parecer das mais fáceis, mas não é motivo para deixar de investir. Busque alternativas em marcas de papel de parede e aplique no ambiente todo ou apenas em um canto ou quadro. O resultado é despretensioso e muito versátil.


 

BICOLORES
 

Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)

Apostar no duo de cores nas paredes é uma alternativa interessante para fugir da mesmice e criar desenhos nas superfícies de forma rápida e prática. Basta um pouco de criatividade e boas camadas de fita crepe, duas tintas diferentes e pronto: a decoração é outra! O recurso é divertido e não exige muitos complementos para fazer efeito: é possível usar cores contrastantes para um visual de impacto ou, ainda, usar tons mais similares e neutros para uma composição delicada. Além de decorar, é uma opção versátil para setorizar ambientes e destacar possíveis objetos. Vale, ainda, seguir a mesma ideia em outras superfícies, como cortinas e quadros, dando uma unidade - e um toque de ousadia - ao conjunto. 

 

AMBIENTES

Degradê
 

Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)
Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)
Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)

 

Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)
Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)
Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)

 

Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)
Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)
Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)

 

Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)
Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)
Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)

 

Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)
Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)
Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)

 

Batalha de tendências degradê (Foto: Divulgação)

Bicolores
 

Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)
Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)
Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)
Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)
Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)
Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)
Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)
Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)
Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)
Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)
Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)


 

Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)
Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)
Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)
Batalha de tendências: degradê x bicolor (Foto: Reprodução)

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Arquitetura


14 de junho de 2017   -   15:17:14

Acessibilidade casa cor SP 2017

Acessibilidade: conheça os detalhes inclusivos da CASACOR SP 2017

Com ambientes 100% inclusivos, a mostra paulistana possui fácil acesso a todos os espaços e, ainda, dois scooters (cadeiras automatizadas) de prontidão

É fato que o tempo traz maturidade, sabedoria, apara as arestas, dá sentido as coisas. É assim que a CASACOR São Paulo se sente em relação a muitos aspectos, entre eles, a acessibilidade. A mostra entende a importância do tema e, mais do que seguir normas e leis, o amadurecimento adquirido ao longo de tantas edições já realizadas, revelou o quão urgente era humanizar e generalizar o tratamento em torno do assunto.

“Foi muito importante ver a evolução do que começamos em 2005. Eis que via-se certa resistência dos profissionais em aceitar a acessibilidade aliada ao design de interiores. Hoje o que se percebe é que o desenho universal prevalece e os conceitos de acessibilidade, conforme as normas técnicas, estão diluídos em todos os ambientes e na circulação horizontal e vertical da mostra”, revela Silvana Cambiaghi, arquiteta e representante da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) na Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA). A profissional é, ainda, mestre em acessibilidade e desenho universal, e trabalha há mais de 25 anos na Prefeitura de São Paulo.

Oswaldo Fantini, Cris Ferraz e Silvana Cambiaghi (Rafael Renzo/CASACOR)

Por toda a CASACOR São Paulo é possível encontrar corrimões instalados (em conformidade com a NBR 9050/2015), e rampas que apresentam inclinação adequada e validada pelo SEGUR. Além disso, a organização do evento disponibiliza dois scooters (cadeiras automatizadas) para facilitar a locomoção dos visitantes com acesso a 100% dos ambientes decorados. “O elevador foi trocado por um novo e muito confortável para todos, nem se percebe que acessibilidade está em todos os ambientes. Vale a pena ver com este olhar e saber que a mostra paulistana é, sem dúvida, um exemplo de acessibilidade. Ainda mais por estar em um prédio tombado como o Jockey Club de São Paulo. É um exemplo que serve de inspiração”, afirma a arquiteta.

Inspirados nos restaurantes franceses com décor retrô chique, estilo que marcou o período entre os anos 1950 e 1970 na Europa, Patrizia Genovese e Guilherme Longo, do 242 Studio, assinam o Restaurante da CASACOR São Paulo 2017, operado pelo Badebec (Renato Navarro/CASACOR)

 

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Arquitetura


09 de junho de 2017   -   14:43:56

Tons terrosos

Tons terrosos são tendência na decoração e na moda

Entenda porque as cores naturais estão invadindo o nossos arredores

09/06/2017 | POR MICHELL LOTT .

CASA VOGUE

Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)

Não se assuste se, de repente, os marrons parecerem mais interessantes ao seus olhos, se o verde musgo (ou militar) se tornar, sem aviso prévio, sua cor favorita ou se o rosa claro passar a te acompanhar por onde você for. Quem gosta de decoração e moda já deve ter percebido: os tons terrosos estão com tudo, são uma tendência absoluta em 2017 e prometem nos acompanhar pelos próximos anos que estão por vir – pense em pelos menos mais 6 anos!

 

Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)

O que até mesmo os olhares mais atentos podem deixar passar despercebido é que essa paleta cromática ressurgiu nas nossas vidas por um motivo bem claro: trazer mais conforto para a correria contemporânea e nos reconectar com nossa ancestralidade.

 

Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)

"O movimento que acontece agora é muito similar ao dos anos 1970, quando surgiu no mundo o conceito de sustentabilidade. Mas o fenômeno de hoje vai mais a fundo. Antes, falava-se em salvar a natureza. Hoje, além disso, precisamos nos reconectar profundamente com ela", explica Ana Kreutzer, consultora de cores, dona do Estúdio Prisma."A busca por tonalidades terrosas é apenas uma dos aspectos da nossa reaproximação com a Terra".

 

Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)

E é verdade. Nunca se falou tanto de alimentação saudável e sustentável. Todos buscam por comida orgânica, tanto que alguns até passaram a cultivar hortas em casa para colocar as mãos na terra. Aprender a cozinhar, ou mesmo a fazer os próprios cosméticos, virou, mais que necessidade, um hobbie. Na decoração, a tendência da floresta urbana trouxe para os interiores uma verdadeira selva verde. Na hora de fazer compras, a palavra "consumo" ganhou o complemento "consciente". Gerar menos resíduo e lançar mão de uma cadeia de produção socialmente responsável passa a ser pré-requisito – isso sem falar no movimento que  incentiva o consumo de pequenos produtores em detrimento a grandes cadeias. Meditação, ioga e espiritualidade são assuntos frequentes. Tudo isso para se ter uma vida mais humanizada e equilibrada.

VEJA TAMBÉM: 9 ideias para usar madeira na decoração

Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)

"Além de certo êxodo rural que está acontecendo, passou a ser um desejo comum na sociedade trazer o rural para o ambiente urbano ao mesmo tempo que se verticaliza o campo.", completa Lili Tedde, trendhunter que representa Li Edelkoort no Brasil. "Cores básicas e neutras compõem esse ambiente de espírito humilde e honesto.Móveis e materiais feitos de madeira, vime, cera de abelha, barro e fibras naturais completam esse mood".

 

Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)

A conexão entre as nuances terrosas e a busca por uma vida mais saudável e partilhada com a natureza fica mais fácil de entender se lembrarmos das técnicas de tingimento natural usadas no trabalho criativo manual. Quando se usa matéria-prima não industrializada, as cores mais fáceis de se alcançar são aquelas presentes nos minerais e nos vegetais.
"Para entender uma tendência como funcionam as tendências, é bom evocar a imagem de um pêndulo, objeto que sempre busca o equilíbrio. Se algo pesa para um lado – como aconteceu nas duas últimas décadas com o aceleramento da alta tecnologia – é natural que busquemos o extremo oposto para voltar ao conforto", exemplifica Ana Kreutzer. E se olharmos ao redor, os objetos que nos reconectam com nossas origens, feitos artesanalmente, nunca foram tão valorizados - Tanto que a filosofia do wabi-sabi voltou a ser tendência!

VEJA TAMBÉM: 7 formas diferentes de usar almofadas na decoração

Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)

Mas isso não significa que a sociedade está se voltando contra a progresso. O que acontece no âmbito comportamental é apenas um reposicionamento. A tecnologia facilitou a comunicação e distanciou a conexão humano. A ordem agora é retomar valores que foram se perdendo e ressignificar a tecnologia para que ela também  seja usada em prol do bem estar ao ser humano.

Mas afinal, quais são as cores mais importantes do momento?


Podemos esperar uma temporada repleta de tons mais sóbrios que remetem à argila, de laranjas terrosos e rosados, rosas queimados – como o millennial pink, rosa claro que carrega consigo um verdadeiro manifesto social – e também orgânicos, que têm característica similar, como o mostarda, o verde abacate e os verdes com uma grande carga de amarelo na composição, como o Greenery, eleito pela Pantone como a cor de 2017.

"Como o próprio nome diz, eles surgem da terra, da superfície do nosso planeta, são compostos de matérias orgânicas decompostas, nutrientes primários da planta. A terra é maleável, solida e flexível, atraente para tocar, cheirar e lidar. É aonde encontramos o equilíbrio e está associada ao amor, segurança e planejamento. Símbolo de regeneração. Trata-se de uma busca do homem em se reconectar com a natureza', finaliza Lili Tedde.

Veja abaixo uma seleção com vários ambientes que trazem os tons terrosos na decoração.

Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
Tons terrosos são tendência na decoração e na moda (Foto: divulgação)
 

 

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Arquitetura


23 de maio de 2017   -   11:02:23

Restaurante Marechal

22/05/2017 - Lucas Alencar

Revista Deguste

Novidade 'de peso' em Tirol, Restaurante Marechal abre nesta terça-feira (23)

 
 
 

Fotos: Rogério Vital / Deguste
Sócios Rodrigo Lima e Uelinton Ribeiro (camisas escuras) ao lado dos chefs Marcelus Benevides e Soninha Benevides
 
A gastronomia de Natal, em especial a do bairro de Tirol, vai ganhar uma opção "de peso". A partir desta terça-feira (23), começa a funcionar o Restaurante Marechal, um audacioso projeto gastronômico que combina muito bem com a modernidade do novíssimo empresarial Hermes 880, na Avenida Hermes da Fonseca, que abriga escritórios de grandes empresas da cidade.
 
O bonito ambiente interno do Marechal, com capacidade para 40 pessoas
 
O Marechal, que ganhou esse nome por causa da patente militar do ex-presidente Hermes da Fonseca, é um investimento do potiguar Uelinton Ribeiro, empresário com atuação nos ramos da construção civil e de pedras ornamentais (Companhia do Mármore), que decidiu incrementar o Hermes 880, de sua propriedade, com um restaurante no mesmo padrão. O edifício empresarial se caracteriza por ser um empreendimento supermoderno, com design arrojado e segurança de primeiro mundo, além de contar com amplo estacionamento privativo para 84 carros.
 
Filé com molho de rabada e pappardelle de agrião
 
Uelinton conta que sua ideia inicial era montar no local apenas um espaço gourmet para confraternizar com seus amigos e clientes, porém foi convencido pelo arquiteto do Hermes 880, Felipe Bezerra, que ali caberia um restaurante de bom porte para atender o natalense. O Marechal tem design contemporâneo e divide-se em dois ambientes muito bonitos – um interno e outro externo, com mais estilo de bar e vista de tirar o fôlego do bairro –, podendo acomodar quase 90 pessoas.
 
Ceviche clássico de peixe com leche de tigre e mix de brotos Ovo perfeito com espuma de bacon, farofa de pão e trufa
   
Peixe com almôndega de banana, molho de moqueca e arroz de moqueca de legumes
 
O empresário lembra que, após encampar a sugestão do arquiteto, foi atrás de parceiros no segmento e acabou fechando acordo de sociedade com Rodrigo Lima, dono das franquias da importadora Grand Cru em Natal.
 
Na área externa, um lounge com linda vista para o bairro de Tirol deverá ser muito disputado
 
A relação do Marechal com o vinho, aliás, será a melhor possível. O restaurante construiu uma adega para 1000 garrafas e vai comercializar a bebida no mesmo preço encontrado na Grand Cru – apenas com acréscimo de R$ 30,00 de taxa de rolha. Rodrigo Lima acredita fortemente nesse conceito de vinho “a preço de loja” para fazer o Marechal deslanchar.
 
Camarão na manteiga com risoto de cogumelos frescos e consumê de cogumelos
 
Rodrigo também confia no talento da chef Sonia Benevides, que já trabalhou com ele no bistrô da Grand Cru. Soninha, convidada para ser a chef executiva, explica que o Marechal seguirá uma linha contemporânea, prezando pela qualidade dos ingredientes utilizados, mas sem abrir mão de praticar um preço acessível. O chef fixo da casa é Marcelus Benevides, que está bastante empolgado em conduzir a operação da cozinha no dia a dia.
 
Salão também conta com uma mesa grande, ideal para grupos
 
O cardápio começa com quatro entradas frias e quatro entradas quentes, nove pratos principais e três sobremesas. Destaque para um elaborado corte de prime rib Angus, de um fornecedor de São Paulo. Os pratos principais devem agradar a todos os gostos: há preparações com peixe, camarão, carne bovina, pato, barriga de porco, polvo e frutos do mar.
 
Área externa será aberta um pouco mais cedo que o restaurante, às 17h30
 
Ainda em relação a bebidas, além dos vinhos, o Marechal vai oferecer uma carta de drinks assinada pelo mixologista Marcos Marinho, com nove drinks tradicionais e nove exclusivos, cervejas e whiskies.
 
Releitura de cartola com banana e creme de queijo de manteiga, sorvete de canela  e farofa de chocolate
 
O Marechal vai funcionar para jantar de terça-feira a sábado, das 19h à meia-noite. Às sextas-feiras, o restaurante abre para almoço, a partir das 12h, estendendo o atendimento até a noite chegar. O bar, que fica na área externa, abre de terça a sábado às 17h30. Até às19h, apenas as entradas do cardápio ficam à disposição. A partir desse horário, o cardápio do restaurante também estará disponível para quem quiser ficar nesse ambiente, que tem como maior atrativo o lindo visual do bairro.
 
Bar, na área, terá 18 drinks, entre tradicionais e exclusivos, assinados pelo mixologista Marcos Marinho
 
O restaurante funcionará com reservas, que podem ser feitas pelo telefone (84) 3025-1136, pelo WhatsApp (84) 98846-1647 ou, ainda, pelo e-mail marechal@hermes880.com.br
 
Restaurante Marechal
Av. Hermes da Fonseca, 880 – Empresarial Hermes 880
Tirol – Natal/RN
Fone: (84) 3025-1136

 

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Arquitetura


15 de maio de 2017   -   13:25:57

Patrimônio cultural

Como eleger um patrimônio cultural em três passos

Entenda como funciona o processe de tombamento de edifícios, casas e até cidades no Brasil

13/05/2017| POR GIOVANNA MARADEI FOTOS DIVULGAÇÃO  casa vogue

MASP  (Foto: Divulgação )

O que a Pedra da Gávea, no Rio de janeiro, o MASP em São Paulo e a cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais, tem em comum? Todos foram  tombados e são hoje considerados Patrimônios Culturais Brasileiros. Um título que não é para qualquer um e leva em média 5 anos para ser conquistado, mas que promete salvar boa parte da memória e da história do país.

 

Casa Vogue entrevistou  Andrey Schlee, diretor do Departamento do Patrimônio Material do Iphan e explica o passo a passo para que um patrimônio seja tombado no Brasil:

Passo 1: Receber uma indicação
Como se elege um patrimônio em três passos (Foto: Divulgação)

Qualquer brasileiro pode indicar um bem material para se tornar um Patrimônio Cultural Brasileiro. Basta enviar solicitação uma carta ou ofício para a Superintendência do Estado onde se encontra o imóvel, para a presidência do Iphan, em Brasília, ou para o Ministério da Cultura. Lembrando que são considerados bens materiais desde casas e edifícios, até acervos de obras de arte ou até mesmo paisagens.

Passo 2: Ser avaliado pela a equipe técnica
Como se elege um patrimônio em três passos (Foto: Divulgação)

Dividida por Estados, a equipe técnica que incluí arquitetos, historiadores, antropólogos, entre outros  profissionais,  deve analisar os valores históricos, artísticos, arqueológicos ou até paisagísticos de um bem material e elaborar um relatório completo sobre o item.

Passo 3: Passar pelo julgamento final
Como se elege um patrimônio em três passos (Foto: Divulgação)

Após feito o relatório, o Departamento do Patrimônio Material encaminha para o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural que toma a decisão final e não só declara se o item será eleito patrimônio cultural nacional ou não, mas também quais sãos os limites deste tombamento. Se foi tombada a fachada ou o prédio inteiro, se é um conjunto arquitetônico ou só uma casa, se a vizinhança precisa ser preservada para garantir a visibilidade do patrimônio ou não, e assim por diante.

O Conselho ainda define as regras que devem ser cumpridas no caso de imóveis como casas e edifícios. Nestes casos, os proprietários continuam donos da construção e podem até vendê-las, mas não podem realizar alterações sem autorização do Iphan.

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Arquitetura


12 de maio de 2017   -   10:39:46

Jardim vertical:Entenda como funciona

Jardim vertical: Entenda como ele funciona

Respondemos as 10 perguntas mais frequentes sobre os já famosos jardins verticais

12/05/2017| POR GIOVANNA MARADEI FOTOS: DIVULGAÇÃO vogue

Entenda como montar um jardim vertical (Foto: Divulgação)

Com cidades cada vez mais aglomeradas, os jardins verticais estão de volta com a promessa de levar mais verde - e consequentemente mais saúde -  para  todos. Um exemplo desta iniciativa são os já populares jardins verticais que ocupam o minhocão ou a atual iniciativa do prefeito João Doria em criar um muro verde no lugar dos grafites apagados na Avenida 23 de Maio, uma das mais movimentadas da cidade de São Paulo.



Mas, se não há muitas dúvidas quanto aos benefícios das paredes verdes, em relação à sua instalação e manutenção as coisas não estão tão claras. Qual o perigo de infiltração? Quais plantas usar? Como regar? Como ter um jardim vertical dentro de casa? Para saber a resposta destas e outras dúvidas básicas Casa Vogue conversou com representantes do Movimento 90° e criou um FAQ para explicar, de uma vez por todas, como funcionam os jardins verticais!

1. Um jardim vertical pode ser colocado em qualquer lugar?
Entenda como montar um jardim vertical (Foto: Divulgação)

Sim, qualquer superfície vertical pode receber um jardim vertical, sejam muros altíssimos de edifícios, ou pequenas paredes internas. Quando se trata de uma superfície de grande proporção, como um prédio, os jardins verticais também ganham o nome de parques verticais.

2. O que preciso ter para instalar um jardim vertical?


Além de uma parede livre, claro, você vai precisar de espaçadores, chapas ecológicas e dois pedaços de feltro (imputrescível de alta densidade) para instalar as plantas.

3. Mas para o que serve cada um destes itens?
Entenda como montar um jardim vertical (Foto: Divulgação)

O espaçador é fixado na parede e sustenta o jardim à cerca de 10 cm da parede, criando um colchão de ar que ajuda a evitar infiltrações. Já a chapa ecológica, que pode ser feita com tetra-pack recicláveis, funciona como uma barreira impermeável. O primeiro feltro funciona como um aparador para água nutrientes e raízes; já o segundo recebe pequenos cortes, nos quais são encaixadas as mudas das plantas.

4. Quais plantas são mais adequadas?
Entenda como montar um jardim vertical (Foto: Divulgação)

De forma geral, são boas opções plantas que na natureza já se instalam em superfícies verticalizadas, como pedras e troncos. Nesse sentido, são opções viáveis samambaias, capins e trepadeiras, por exemplo. Mas vale lembrar que ainda é preciso checar o ambiente em que este jardim vai estar: se é ensolarado ou não, qual a intensidade dos ventos, da poluição e assim por diante.

5. Para regar as plantas de um jardim vertical, como faz?
Entenda como montar um jardim vertical (Foto: Divulgação)

O jardim vertical deve ser instalado em conjunto com um sistema de irrigação, que irá garantir a rega das plantas. Em geral, coloca-se um tubo vertical do qual se ramifica vários canos horizontais com pequenos furos que irão gotejar água nas plantas. O ideal é que todos este sistema seja circular, para facilitar o reuso da água e em grandes instalações é possível pensar em um sistema que capta água da chuva, tornando o projeto ainda mais sustentável.

6. E para adubar, não dá muito trabalho?


Para adubar as plantas de um jardim vertical, especialmente os de maiores proporções, basta colocar os nutrientes necessários na água que é usada para regar as plantas, garantindo assim uma distribuição do adubo.

7. Para colocar um jardim vertical em um edifício e na minha varanda, o procedimento é o mesmo?
Entenda como montar um jardim vertical (Foto: Divulgação)

Sim, as únicas coisas que mudam são as escalas do material e, talvez, as especialidade dos profissionais. Segundo o Movimento 90 °, por exemplo, para os jardins em edifícios todos os envolvidos precisam ter conhecimentos de rapel para trabalhar em segurança.

8. O jardim vertical não vai causar infiltração, tem certeza?


As chances são muito, muito, pequenas. Graças aos espaçadores e a chapa ecológica que é colocada antes dos feltros - aonde de fato é instalado o jardim, a parede de um edifício, ou mesmo a parede da sua sala, praticamente não entra em contato com a estrutura do jardim.
 

9. Mas qual a diferença que um jardim vertical faz no ar?
Entenda como montar um jardim vertical (Foto: Divulgação)

Calcula-se que um parque vertical, como também são chamados os jardins verticais construídos em paredes grandes proporções, como as fachadas de edifícios, podem  reduzir em até 30% a concentração de gazes poluentes em seu entorno.

10. O jardim vertical ajuda em mais alguma coisa?
Entenda como montar um jardim vertical (Foto: Divulgação)

Os jardins verticais ainda ajudam a reduzir consideravelmente a poluição sonora de dentro do prédio ou da sala em que está, além de funcionar como isolante térmico sendo capaz de reduzir até 7°C. e também como

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EDIÇÃO N° 52 - OUTUBRO DE 2017