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Arquitetura


05 de agosto de 2016   -   14:27:58

Paredes decoradas.

Paredes decoradas: como usar boiseries

12 ideias que trazem charme vintage, mas sem mofo

05/08/2016 | POR MICHELL LOTT

casa vogue. imagens divulgaçao

Originalmente criadas na França entre os séculos 17 e 18, as boiseries atravessaram os séculos, deixaram de lado a função de isolante térmico e trouxeram para os dias de hoje seu charme vintage. Além disso, sob a ótica dos profissionais contemporâneos, o recurso estético foi reinterpretado, ganhou novos materiais e passou a dividir espaço com elementos de outros estilos, criando ambientes ecléticos, mas sempre sofisticados. Pensando nisso, Casa Vogue criou uma lista com várias ideias para você usar essa poderosa ferramenta de decoração na sua casa, mas sem evocar uma estética ultrapassada. Seja trazendo de volta o charme do passado ou em versões reloaded, o resultado promete impressionar!

Apartamento Luiz Ricardo Bick e William Simonato (Foto: Ruy Teixeira )

1. Pano de fundo clássico

Neste apartamento cheio de obras de arte e móveis de design, as paredes brancas com boiseries se unem ao piso de parquet para criar um ambiente clean, porém com pegada clássica, que serve como contraponto aos móveis ousados. Tal estratégia garante que a decoração fique despojada e confortável ao mesmo tempo.

Casa vintage e exótica (Foto: Arthur Rosa)

2. Espirito vintage e descolado

Na casa cheia de achados interessantes da colecionadora Carrô Shcamall, as boiserries foram aplicadas para evocar charme do passado, mas ganham novo fôlego graças à paleta de cores e à forma despojada como os objetos vintage foram usados decoração. Dois tons de verde trazem contemporaneidade ao projeto e se misturam, com muita ousadia, ao papel de parede estampado.

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Como usar boiseries na decoração de casa (Foto: reprodução)

3. Hi-lo de revestimentos

Apesar de serem ultraconservadoras e remeterem imediatamente ao passado, as boiseries desse escritório em tons pastel, que trazem até acabamento dourado, têm um visual descolado graças ao contraste entre elas e o restante do espaço. Enquanto as paredes reproduzem as tradições do passado, o piso surge atual, com madeira natural, sem revestimento. Os móveis, cheios de personalidade contemporânea, contribuem para o resgate do ornamento antigo e pincelam preto no espaço repleto de Rose Quartz e de Azul Serenity, as cores de 2016.

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Quartos decorados com vermelho (Foto: Reprodu)

4. Tons ousados em degradê

Este quarto vermelho, parte de um especial que ensina a usar o vermelho na decoração, faz um mix de tempos que rejuvenesce completamente as boiseries, que surgem num sofisticado tom de bordô. mais uma vez, os móveis contemporâneos e os tons ousados eliminam qualquer chance das paredes com sotaque vintage parecerem obsoletas.

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Como usar boiseries na decoração de casa (Foto: reprodução)

5. Dupla quadriculada

Nesta sala de leitura com tons sóbrios, as boiseries fazem um romântico complemento gráfico à estante de linhas retas, trazendo um sopro de sofisticação vintage à igualmente elegante estética moderna.

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Como usar boiseries na decoração de casa (Foto: reprodução)

6. Parede vintage e colorida

Neste projeto norueguês, a boiserie foi completamente reinventada ao surgir em um tom de amarelo elétrico em um espaço completamente atual, revestido de cimento queimado e com um mix eclético de móveis. As referências de época, quando reinterpretadas, trazem elegância para os ambientes.

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Como usar boiseries na decoração de casa (Foto: reprodução)

7. Revestimento geométrico no quarto de época

Apesar de ser totalmente composto por elementos vintage, este quarto todo negro ganha caráter contemporâneo ao abraçar a estética gótica com muita sofisticação e combinar todos os elementos do passado de forma completamente atual. Apesar de todo antigo, é possível sentir que ele pertence aos dias de hoje – e a boiserie é responsável por deixá-lo ainda mais emblemático.

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Como usar boiseries na decoração de casa (Foto: André Klotz/ divulgação)

8. Mistura vintage e industrial

Neste projeto de Henrique Steyer inspirado em Nova York, as boiseries ganham a companhia dos encanamentos aparentes tipocamente industriais. A opulência das paredes é imediatamente refrescada pela despretenção dos canos, resultando em um ambiente muito cool.

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Apartamento em Paris de Marie de Roudilhe (Foto: Eric Laignel/ Divulgação)

9. Estilos que demarca ambientes

Neste apartamento parisiense do séc. 18, com paredes rústicas e estrutura de madeira aparente, um cubo negro com boiseries delimita a área íntima da casa, repleta de móveis e objetos de design.

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Como usar boiseries na decoração de casa (Foto: reprodução)

10. Fios condutores e decorativos

Neste quarto ucraniano. os fios elétricos que alimentam luminárias foram usados de forma inventiva, simulando as clássicas boiseries na parede. O resultado é interessante, inesperado e inesquecível!

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Como usar boiseries na decoração de casa (Foto: Gonzalo Machado)

11. Revestimento minimalista

Nesta sala de vestir circular, as boiseries retomam seu antigo significado, mas abandonam a estética barroca que as consagrou. Os revestimentos de madeira, que nesse caso surgem em dois tipos, criam linhas retas e minimalistas no ambiente cheio de personalidade. Absolutamente chic!

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Como usar boiseries na decoração de casa (Foto: Divulgação)

12. Ilusão de ótica desconstruída

Cheias de arabescos e detalhes, as boiseries desta sala de estar são, na verdade, um papel de parede. A forma irregular e inusitada dos desenhos evoca o passado, mas mira no futuro.

 

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Arquitetura


19 de julho de 2016   -   15:09:40

Arquitetura nômade Olimpiadas Rio 2016

Centros esportivos da Olimpíada Rio 2016 apostam na arquitetura nômade

Conheça estádios e arenas que, ao final do evento, serão modificados e incorporados à vida da cidade

18/07/2016| POR CRISTINA DANTAS; FOTOS LEONARDO FINOTTI

CASA VOGUE

 
 
Estádios das Olimpíadas 2016 apostam na arquitetura nômade (Foto: Leonardo Finotti)

Os Jogos Olímpicos já encheram os olhos do mundo com arquitetura, a partir do momento em que o Japão entendeu por bem, em 1964, fazer deles uma vitrine do país anfitrião. A ideia nascida em Tóquio prosseguiu até 2008, quando Pequim causou alvoroço com seu Ninho de Pássaro, um estádio monumental concebido pelo escritório suíço Herzog & de Meuron e hoje subutilizado, assim como outras belas obras feitas para a ocasião. Nas quatro áreas do Rio de Janeiro em que os jogos irão ocorrer, tão importante quanto as competições será o seu legado
uma vez terminado o evento.

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Desde Londres, em 2012, a premissa de uma arquitetura que pode ser transportada para outros lugares começou a se forjar. Aqui, ganhou uma dimensão efetiva. “Levamos essa ideia ao extremo”, conta o arquiteto e secretário da Prefeitura para assuntos urbanos Washington Fajardo. O exemplo mais radical é a Arena do Futuro. Ela será desmontada e transformada em quatro escolas municipais. Não se trata de um projeto posterior. Elas foram pensadas, desde o primeiro esboço, levando em consideração os terrenos onde serão implantadas. 

A proposta de dar outros fins a uma construção olímpica, no entanto, se restringe à Arena do Futuro e ao Estádio Aquático – as demais instalações serão adaptadas, sempre voltadas aos esportes. Se essa é uma nova tendência, poderemos conferir no Rio e daqui a quatro anos, quando os Jogos retornam a Tóquio. Confira a seguir os cinco highlights da Olimpíada carioca.

Arena da Juventude - Vigliecca & Associados

O teórico alemão Theodor Adorno dizia que “forma é conteúdo sedimentado”. Ok, o contexto era outro, mas adapta-se perfeitamente à proposta desta arena no Parque Olímpico de Deodoro, em que os desafios técnicos acabaram por determinar seu traçado leve e elegante. O arquiteto Ronald Werner, do escritório Vigliecca & Associados, autor deste projeto e do próprio complexo esportivo no bairro de Deodoro, explica: “A necessidade de ventilação natural no legado condicionou seu desenho às grandes abas externas para resfriar as fachadas, ventiladas por meio demembranas teladas e painéis pivotantes”.

  (Foto:  )

Erguida na área remodelada depois de ter sediado os Jogos Pan-Americanos de 2007, a arena, sede do basquete feminino e de lutas de esgrima, será adequada internamente para se tornar um centro de formação e aperfeiçoamento de atletas.

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Estádio Aquático Olímpico - GMP Architekten

Oescritório alemão von Gerkan, Marg und Partner, com representação no Brasil, levantou, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, uma obra com estruturas metálicas modulares, duas piscinas e 18 mil assentos. Terminadas as provas de natação e de polo aquático, ela será desmembrada em dois estádios destinados a atletas de alto rendimento. Se as arenas, permanentes ou não, exibem uma simplicidade impregnada de sofisticação estética e conceitual, comsoluções pontuais para todas as exigências dos Jogos Olímpicos, o Estádio Aquático incorporou a arte como agradável surpresa. Uma cobertura na fachada reproduz a obra Celacanto Provoca Maremoto, de Adriana Varejão. 

  (Foto:  )

CONFIRAMuseu da Cidade é reaberto no Rio de Janeiro
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Centro Olímpico de Tiro - Vigliecca & Associados

Fique de olho, porque é aqui que acontece a primeira prova dos Jogos. Construído em Deodoro pelo escritório BCMF para o Pan-Americano, o Centro de Tiro Esportivo era pequeno para a Olimpíada, que receberá um público três vezes maior. A primeira ideia foi construir uma arena temporária, mas uma adaptação engenhosa levada a cabo pelo escritório Vigliecca & Associados ampliou a área interna.

  (Foto:  )

“Economizamos quase dois terços do custo previsto para uma estrutura temporária”, relata o arquiteto Ronald Werner. Arquibancadas extras também foram necessárias para acomodar os espectadores. Assim, em vez de 600 lugares haverá 2 mil assentos para quem chegar ávido por ver o tiro de largada dos Jogos Olímpicos.

LEIA MAIS: Arquiteto responsável pelo Porto Olímpico explica cada trecho da obra
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Arena do Futuro - Oficina de Arquitetos, Lopes Santos & Ferreira Gomes, MBM e DW

Quem for ao Parque Olímpico da Barra assistir ao handebol e ao goalball (este na Paralimpíada), pode se deparar com vigas e outros itens da estrutura gabaritados – isso porque essa arena será desmontada para ser reerguida em quatro diferentes endereços na forma de escolas municipais. Mesmo sendo o mais efetivo exemplo do que se convencionou chamar de arquitetura nômade, o arquiteto Gustavo Martins, da Oficina de Arquitetos, é avesso ao termo. “Ele dá a impressão de uma arquitetura efêmera”, diz. “Para mim, o projeto só estará realmente concluído quando se transformar nas quatro escolas.” A elegante arena, com seus 24.214 m², é obra do consórcio do qual participaram, ainda, a Lopes Santos & Ferreira Gomes, a MBM Engenharia e a DW Engenharia. 

  (Foto:  )

E AINDA: Herzog & The Meuron assina estádio em Bordeaux, na França
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Arenas Cariocas - Aecom e Arqhos Arquitetura 

Elas formam a maior instalação da Barra. Com quase 85 mil m², seguem o preceito de todas as obras, focadas na economia de energia, tanto na captação de luz natural quanto na ventilação. Durante os Jogos, porém, o ar-condicionado é uma exigência técnica. À frente do escritório Arqhos Arquitetura, responsável pelo projeto executivo, Celso Girafa explica que a Arena 1 continuará no legado como ginásio poliesportivo. As outras duas, unidas, formarão um grande centro olímpico de treinamento para atletas de todo o Brasil. Para isso, o espaço contará com alojamento. “Será o único centro desse porte em toda a América Latina”, entusiasma-se Nadja de Almeida, representante da Aecom no Brasil, escritório britânico que igualmente assina o próprio Parque Olímpico da Barra da Tijuca.

  (Foto:  )

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Arquitetura


15 de junho de 2016   -   14:02:15

Casa cor Sao Paulo

Casa cor São Paulo.

por. Luciana Andrade

Talvez muitos não soubessem, mas o Jockey Clube de São Paulo ainda possuía uma edificação a ser desvendada. O ambulatório é um belo exemplar do art déco paulistano dos anos 1940, mas o estado de deterioração não permitia apreciar os detalhes do edifício assinado pelo francês Henri Sejous (1897-1975). Em processo de restauração, capitaneado pela CASA COR, recebe os 70 ambientes da mostra entre 17 de Maio e 10 de Julho de 2016.

Os espaços foram desenvolvidos por profissionais consagrados e cerca de 30 jovens talentos - e o ecletismo bem-vindo que pauta a mostra não para por aí. Afinal, o passado está presente em um repertório que passeia pela escola alemã Bauhaus, do inicio do século 20, segue pelo art déco dos anos 1930 e chega ao design brasileiro das décadas de 1940 a 1970, com forte acento modernista.

Uma referência atual convocada em alguns projetos é o estilo escandinavo, que cultiva a claridade natural e o traçado minimalista, além de cores suaves. O uso de dois tons, em particular, chamam a atenção: o rosa seco e o verde água, bastante utilizados no período modernista.

Outro conceito contemporâneo é a sustentabilidade, bem representada em projetos modulares ou que buscam reaproveitar materiais e dispor racionalmente dos recursos naturais, além de conservar as belezas originais do prédio com o mínimo de intervenção e resíduos. Estas e outras inspirações se encontram em CASA COR São Paulo, cujos ambientes você conhece agora.

Evelin muller

yuri serodio

Marco antonio

Marco antonio

Marco antonio

salvador cordaro

Marco antonio

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salvador cordaro

salvador cordaro

Marco antonio

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Arquitetura


25 de maio de 2016   -   10:47:25

Casa cor SP Demétrius Coelho

casa cor São Paulo.

imagens- Fernando Mousalli

Urbano studio e o artista Demétrius Coelho em parceria na casa cor São Paulo 2016.

A urbano studio captou a leveza do mar e a inseriu na concepção do seu ambiente. A obra do artista plástico Demétrius coelho traduziu as referências marítimas , oferecendo estilo e impacto à ambientação.

 

 

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Arquitetura


19 de maio de 2016   -   14:36:30

Chanel passado e presente

Tijolos de vidro cobrem a nova fachada da nova

 loja Channel.

Mistura entre o passado e o presente

Projeto da flagship reinterpreta a arquitetura histórica de Amsterdâ

17/05/2016 I porAmanda S equin;fotos Daria Scagliola e Stjn brakkee/divulgação

localizada na PO Hooftstraat, um dos endereços comerciais de luxo de Amsterdã

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Arquitetura


06 de maio de 2016   -   15:03:06

Design natalense premiado em Milão

A  A' Design Award & Competition, premiação que prestigia anualmente as melhores produçoesde design criadas por profissionais do mundo todo anuncia o resultado de 2015-2016.

9 designers e arquitetos do brasil foram contemplados no prêmio italiano  dentre eles destacamos:

A MULA PRETA.

A dupla Felipe bezerra e AndreGurgel do estudio mula preta de natallevou com três criaçoes.As poltronas patroa e Donut e uma mesa de pebolim.

imagens divulgação.

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EDIÇÃO N° 52 - OUTUBRO DE 2017