Tecnologia

Foto: Divulgação
em 10 maio, 2018

Cientista Potiguar torna-se Imortal da Ciência

O cientista potiguar José Renan de Medeiros tomou posse como Acadêmico Titular da Academia Brasileira de Ciências, ontem, 09 de maio, em Sessão Magna que aconteceu no Museu do Amanhã, na cidade do Rio de Janeiro.

O Prof. Renan, como é carinhosamente conhecido por seus milhares de ex-alunos dos Colégios Winston Churchill, Marista e UFRN é o primeiro Norte-Riograndense radicado  na terra potiguar e o primeiro professor da UFRN a atingir tão grandiosa honraria.  Sua eleição para a Academia Brasileira de Ciências aconteceu em dezembro último e dela participaram os membros titulares da Academia de todas as áreas da ciência.

Fundada em 3 de maio de 1916, a Academia Brasileira de Ciências tem como missão reconhecer e estimular  o ingresso em seus quadros dos mais importantes pesquisadores brasileiros que, pela liderança que exercem no avanço das atividades científicas e tecnológicas do País, podem ser considerados os representantes mais legítimos da comunidade científica nacional. Identificar e estimular jovens com grande potencial para Ciência. Representar a comunidade científica brasileira, nacional e internacionalmente, visando a implementação de uma política de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) que promova o desenvolvimento da Ciência em benefício da sociedade. Promover a mobilização da comunidade científica para que ela atue junto aos poderes constituídos, visando o avanço científico e tecnológico nacional e o incentivo à inovação.

Além de ser um cientista de grande destaque internacional, conduzindo a construção de instrumentos científicos para a busca de planetas habitáveis fora do Sistema Solar, junto com colaboradores de diversos países, o Prof. Renan é também membro de comissões da CAPES e do CNPq. No cenário internacional, nosso imortal mantém colaborações com cientistas de Universidades e Institutos de pesquisas de 10 países, da América do Sul, América do Norte, Europa, Ásia e África.

Perguntado sobre a sensação de tornar-se imortal da Academia Brasileira de Ciências, o Prof. Renan responde que enxerga nessa conquista sobretudo uma uma vitória institucional e uma quebra de paradigma por abrir as portas para que outros cientistas potiguares também possam chegar ao pantheon da ciência brasileira. Nosso cientista também manifesta que sente nessa conquista o reconhecimento da comunidade científica do país ao seu trabalho como pesquisador e educador ao longo de quase quatro décadas de vida dedicadas à Universidade.

 

Autor(a): Saulo de Castro