Nacional

em 3 dezembro, 2019

Eduardo Cunha alega aneurisma cerebral e pede prisão domiciliar no Rio

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Preso desde 2016 no âmbito da operação Lava Jato, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha apresentou, nesta segunda-feira 2, um pedido à Justiça do Rio de Janeiro para cumprir o restante da pena em regime domiciliar, sob alegação de apresentar um quadro de aneurisma cerebral.

Cunha foi sentenciado a 14 anos e seis meses de prisão por supostamente receber 1,5 milhão de dólares de propina na compra de um campo petrolífero da Petrobras em Benin, na África. O ex-deputado foi condenado pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

 

Autor(a): Saulo de Castro