Economia

em 27 setembro, 2018

Petrobras e Equinor assinam memorando de entendimentos para parceria em energia eólica offshore

A Petrobras assinou hoje (26/9) com a empresa norueguesa Equinor (ex-Statoil) um memorando de entendimentos visando ao desenvolvimento conjunto de negócios no segmento de energia eólica offshore no Brasil. No âmbito da parceria estratégica já firmada entre as duas empresas, a Petrobras e a Equinor vêm investigando outras áreas potenciais de cooperação, incluindo desenvolvimento de iniciativas em energias renováveis. 
"Esse passo que demos hoje é motivo de orgulho para todos nós e fortalece ainda mais a nossa parceria estratégica com a Equinor. O Brasil tem um potencial imenso para geração de energia eólica em alto mar e queremos tirar proveito desse potencial junto com a Equinor, que é a empresa petroleira que tem a maior experiência no assunto, sempre observando a disciplina de capital e a lógica econômica", disse o diretor de Estratégia, Organização e Sistema de Gestão da Petrobras, Nelson Silva, durante a assinatura do memorando de entendimentos, na Rio Oil & Gas Conference, no Rio de Janeiro. 

A realização de estudos conjuntos com a Equinor faz parte da estratégia da Petrobras de desenvolver negócios de alto valor em energia renovável, em parceria com grandes players globais, visando à transição para uma matriz de baixo carbono. Este memorando de entendimentos não estabelece obrigações para as partes empreenderem quaisquer negócios, mas indica a intenção das empresas em trabalhar conjuntamente para desenvolver projetos no segmento de energia eólica offshore.
Atuação da Petrobras no segmento de renováveis

A Petrobras possui quatro parques eólicos onshore em parceria, no Estado do Rio Grande do Norte, totalizando 104 MW instalados. Esses parques foram negociados no Ambiente de Comercialização Regulado (ACR) no leilão de energia de reserva de 2009 e entraram em operação em 2011. A companhia também possui uma planta de pesquisa e desenvolvimento em energia solar fotovoltaica de 1,1 MW no Rio Grande do Norte, onde estão sendo avaliadas as operações de quatro tipos de tecnologia.

Autor(a): Saulo de Castro